... Derrotado por forças indesejáveis ao meu ser... perco-me em mim... e rastejo, nos suburbios do correcto, do digno... Simplesmente pareço uma vaga de poeira carregada de incómodos pós...
... Pego numa simples borracha de nada, dissolvido por tudo e apago-me... pareço a dissolução do açúcar em litros de água impura... suja da sociedade... ai que revolta desses simples cristais que se dissolvem sem se poderem cristalizar, resolvendo a necessidade química de uma forma rápida e oposta ao natural...
... Limpo a sujidade com ajuda de vagas de sopro de ventos de leste, que nestes dias gelam as almas dos ingratos e injustos... E com uma suposta e holográfica facilidade escrevo-me... letra a letra, sílaba a sílaba... palavra a palavra... frase a frase...
...Até que o texto do correcto afirme-se novamente... Esse novamente é uma incoerência... Uma incoerência sentimental baseada em palavras que tem de ser ditas pra poderem ser escritas... No entanto com uma escrita de obrigatoriedade, por necessidades que designam a sociedade actual...
... Que sociedade... Baseio-me a rever as conjugações verbais da alma novamente escrita... agradecendo as brisas exageradas que ao mesmo tempo que limpam os seres, gelam os que pensam na imunidade....
... Pego numa simples borracha de nada, dissolvido por tudo e apago-me... pareço a dissolução do açúcar em litros de água impura... suja da sociedade... ai que revolta desses simples cristais que se dissolvem sem se poderem cristalizar, resolvendo a necessidade química de uma forma rápida e oposta ao natural...
... Limpo a sujidade com ajuda de vagas de sopro de ventos de leste, que nestes dias gelam as almas dos ingratos e injustos... E com uma suposta e holográfica facilidade escrevo-me... letra a letra, sílaba a sílaba... palavra a palavra... frase a frase...
...Até que o texto do correcto afirme-se novamente... Esse novamente é uma incoerência... Uma incoerência sentimental baseada em palavras que tem de ser ditas pra poderem ser escritas... No entanto com uma escrita de obrigatoriedade, por necessidades que designam a sociedade actual...
... Que sociedade... Baseio-me a rever as conjugações verbais da alma novamente escrita... agradecendo as brisas exageradas que ao mesmo tempo que limpam os seres, gelam os que pensam na imunidade....
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